
O evento foi organizado pelo Lutador e professor Altinésio Gonçalves. O
público compareceu lotando as arquibancadas do centro esportivo, vibrando e
aplaudindo, cada golpe e finalização (quando o lutador bate a mão, dando o
sinal de desistência). Se um lutador recebe um golpe como o estrangulamento e
ele é bem encaixado, ele deve bater a mão, pois se não bater, ele corre o risco
de sofrer, no caso, um desmaio. Como
qualquer outro esporte, o Jiu, possui regras e preserva a integridade do
atleta.

A atleta Maira Bueno Silva de Uberlândia, lutou e ganhou medalha de ouro
na categoria peso médio feminino. O evento alcançou as suas expectativas: -
“Essa foi minha primeira medalha de ouro”. Para ela o mais difícil para as
lutadoras é o preconceito - “As vezes as pessoas pensam que mulheres não podem
lutar, estamos tentando ultrapassar essas barreiras”. Maira ainda diz que é a única mulher da sua
equipe, Boy Fayt Club, a participar do evento.
Familiares, e amigos de vários atletas estiveram presentes, a mãe da
lutadora Natalia Ferreira Borges, a dona Doralice Ferreira Borges Pereira, diz que
sempre apoia a filha - “Foi eu quem a levei à academia, pra que ela escolhesse
um esporte, e o que ela gostou foi o Jiu-Jitsu”. Doralice ainda diz que esse
foi o primeiro campeonato de sua filha, e diz que é confiante: - “os meninos
que lutam com ela na academia tinham certeza que ela iria ganhar, e ela me
disse mãe eu vou vencer, fiquei confiante então. Ela é a melhor”.

Escrito por: Débora Garcia
6ª Período de Comunicação Social / Jornalismo - 2012
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