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terça-feira, 28 de outubro de 2014

Jornada Interna da UEMG será realizada hoje na universidade

A IV Jornada Interna da Universidade do Estado de Minas Gerais, Campus de Frutal, ocorre hoje, dia 28. O evento é uma oportunidade para os alunos que possuem bolsa de iniciação científica se preparem para a apresentação oficial de seus projetos no 16º Seminário em Belo Horizonte, no fim de novembro. Os bolsistas apresentam seus projetos separadamente para uma banca composta por três professores da UEMG, que analisarão o projeto e farão as devidas observações e correções necessárias.
Serão 43 trabalhos ao todo, sendo: dezesseis alunos do curso de Direito, cinco de Administração, um de Sistemas de Informação, quatro de Tecnologia de Alimentos, quatro de Tecnologia de Produção Sucroalcooleira, quatro de Geografia e nove de Comunicação Social. Para a exposição dos trabalhos, os alunos devem preparar, juntamente com seu orientador, o material no formato de slides, contendo: tema, introdução, objetivos, metodologia, resultados obtidos e as devidas referências.
A coordenadora de pesquisa e extensão, Ana Maria Zanoni, ressalta que a participação dos alunos na Jornada Interna da UEMG é essencial para o êxito de suas apresentações futuras em Belo Horizonte. Zanoni também estará disponível no Departamento de Pesquisa da universidade para esclarecer eventuais dúvidas.
Andrei Carraro é de Olímpia, São
Paulo. Está no último período de Publicidade
e Propaganda.
O estudante Andrei Carraro, aluno do último ano do curso de Comunicação Social, é bolsista e relata como foi participar de um projeto de Iniciação Científica: "Meu projeto é sobre o ensino da língua inglesa através de jogos, no caso, exploramos mais os jogos de computador. Primeiro, fiz algumas leituras propostas pela minha orientadora, Ana Maria Zanoni, a fim de entender como os jogos podem auxiliar no processo de ensino e aprendizagem. Depois, começamos com as aulas práticas na escola Vicente de Paula, em Frutal. Dou aula pra três salas, todas do quarto ano. Eu nunca havia experimentado estar lá na frente, como os professores que um dia me deram aula. A sensação é ótima, principalmente quando o aluno atinge o objetivo esperado".
Ulisses Lisboa está no 6º período de Jornalismo e também apresenta seu projeto hoje. Coordenado pela professora Leila Maria Franco, o tema de seu trabalho é “Análise da Discursividade Política, Jornalística e Religiosa sobre o Casamento Homoafetivo”. O aluno contou um pouco sobre sua experiência. “No meu projeto, eu avalio o discurso de religiosos, do Estado e de jornalistas sobre casamento homoafetivo. É uma experiência muito enriquecedora para minha formação acadêmica por ter esse contato com o meio científico. Isso, com certeza, será um diferencial quando eu ingressar no mestrado ou doutorado”, comenta.
Ulisses Lisboa é de Mongaguá, litoral
paulista. Está no terceiro ano de
Jornalismo e trabalha na parte de
comunicação da HidroEx.
A IV Jornada Interna da Universidade do Estado de Minas Gerais é aberta ao público e acontecerá na própria universidade, que fica localizada na Av. Professor Mário Palmério, nº1000, no Bairro Universitário, nos períodos matutino e noturno.











Giovanna Machioni e Marianna Okrongli
6° Período de Jornalismo

quarta-feira, 22 de outubro de 2014

Bagagem cheia de aprendizado e muita história para contar


Estar preparado para novos desafios, turbinar o currículo e ainda adquirir conhecimento através de novas experiências é a busca de diversos jovens. Na maioria das vezes, para ter contato com o novo mundo de oportunidades, a opção mais interessante é o intercâmbio. Conhecer de perto novas culturas, aperfeiçoar idiomas, desenvolver independência, ampliar a rede de amigos internacionais e sair, definitivamente, da sua rotina, são um dos benefícios de passar um tempo fora do país.

Carolina Mesquita (do meio) durante sua estadia
nos Estados Unidos
A experiência internacional, mesmo que seja por pouco tempo, como cursos de curta duração são bastante válidos e consideráveis para o crescimento do intercambista, que consegue expandir os seus conhecimentos e vivenciar momentos incríveis. Foi o caso de Carolina Mesquita, 19, estudante do 4º período de Comunicação Social, que viajou em 2012 para St Peterburg, nos Estados Unidos, através do programa de férias ofertado pela Central do Estudante – Agência de Intercâmbio em Belo Horizonte. Carolina passou um mês na cidade estudando inglês e tendo o contato direto com a cultura americana, pois ficou hospedada na casa de uma família local. “Foi a primeira vez que eu viajei para fora do país e poder sair do seu conforto, de tudo que você está acostumado para viver num meio novo, uma língua nova e uma nova cultura, abre muito a cabeça. Eu tive outra visão do mundo”, conta a estudante.
Há muitas agências de intercâmbio espalhadas por todo o Brasil que oferecem pacotes de intercâmbio para todos os lugares do mundo. O investimento varia de acordo com as opções de atividades a serem realizadas no exterior, como estudar línguas, cursos profissionalizantes ou até mesmo trabalhar, dependendo do país de destino. No entanto, é possível realizar o sonho de viajar sem ter custo nenhum através das bolsas de estudos. O segredo é estar sempre atento às divulgações de instituições – como a CAPES, CNPQ, Fullbright, Embaixadas e outros – que oferecem oportunidades gratuitas para estudantes brasileiros e não desistir no primeiro “não”.
Jade de Andrade em Seoul
Formada em Relações Internacionais e estudante do 2º período de Direto, Jade Alves Souza de Andrade, participou do processo seletivo de intercâmbio para Coréia do Sul que seleciona, anualmente, jovens universitários dos principais países parceiros que demonstrem excelência acadêmica e espírito de liderança para participar de um intercâmbio cultural de aproximadamente duas semanas em Seoul, capital coreana. O programa é diretamente organizado pelo governo da Coréia, que é responsável por todos os custos dos aprovados – dois estudantes por país – como passagens aéreas, acomodação e alimentação. O processo de seleção é intermediado pela Embaixada da República da Coréia no Brasil, que conta com análise de currículo e entrevista em inglês – pois o programa é todo oferecido em língua inglesa. Jade foi uma das selecionadas e garantiu uma experiência fantástica num lugar bem longe de casa, onde visitou templos, universidades, vilas no interior do país, famílias coreanas, museus, festivais de música, órgãos governamentais, grandes empresas e teve até mesmo aula de culinária coreana.
Após viver essa experiência, adquiri uma visão de mundo mais holística. Eu me sinto mais independente e preparada para enfrentar adversidades. E do povo coreano ganhei o maior presente que alguém pode dar: exemplos de vida, vindos de um povo verdadeiramente patriota, que tem foco e determinação, que entende que educação é o único meio para o desenvolvimento econômico; de um povo amigo que conquista no simples gesto do aperto de mão e na pureza das palavras; de um povo família, que acolhe, se preocupa e que abraça. São essas grandes inspirações que hoje norteiam muitas de minhas escolhas. A riqueza e o intercâmbio de vivências que compartilhamos naqueles dias ficarão para sempre em minha memória. E, de alguma forma, ainda hoje, ajudam a moldar a forma com que enxergo a vida e como me insiro no mundo”, diz Jade.
Ana Maria Betarelle é paulista
e está no 2º ano de Direito, na UEMG -
Campus de Frutal
            O primeiro passo para carimbar o seu passaporte e viajar tranquilamente é, sem dúvida, ter a fluência na língua do país de destino ou na língua inglesa, que é aceita e falada na maior parte do mundo. Este requisito varia de acordo com a opção de intercâmbio escolhida e que em algumas vezes é necessária uma prova de proficiência em língua estrangeira para comprovar que o futuro intercambista está apto a se comunicar no ambiente internacional onde irá ingressar. Devido a isso, a estudante do 4º período de Direito noturno, Ana Maria Betarelle, já se preparava há muito tempo e estudou inglês durante quatro anos em sua cidade natal. Neste intervalo, Ana ficou sabendo das oportunidades de intercâmbio oferecidas pelo Rotary – organização internacional de profissionais e líderes que prestam serviços humanitários, fomentam o padrão de ética e ajudam a estabelecer a paz no mundo. Em 2011 a estudante resolveu aplicar sua candidatura para uma vaga na Austrália, mas acabou sendo aceita para morar durante 11 meses na Dinamarca através do Programa de Intercâmbio Internacional de Jovens do Rotary. “Na verdade, brinco que eu não escolhi a Dinamarca, mas ela me escolheu”, conta. Durante as atividades no exterior, a intercambista estudou numa escola pública em Horsens Statsskole – cerca de 264km de Copenhague – e morou na casa de três famílias diferentes – regra do programa a fim de possibilitar um contato multidisciplinar com a cultura do país e ampliar o ciclo familiar. Aos 19 anos, Betarelle traz consigo a experiência de vivenciar de muito perto não só a cultura dinamarquesa, mas também teve a oportunidade de conhecer 10 países e diz que é a sua maior paixão continuar conhecendo e aprendendo novas culturas. “O crescimento é imensurável. Quando você faz intercâmbio, passa a ter uma visão completamente diferente das coisas; acredito que uma visão mais humanizada. Eu me tornei independente, amadureci muito, descobri quem eu realmente era e uma força que eu não sabia que tinha. É inexplicável, só vivendo e sentindo pra saber”, finaliza.
Stella Bresinsk veio para Frutal em agosto e
estuda no Colégio Galileu
            Da mesma forma que muitos alunos brasileiros viajam para o exterior em busca de novas experiências, diversos estudantes de outros países também escolhem o Brasil como destino para desenvolver este momento único em suas carreiras. Frutal foi o lugar escolhido pela alemã Stella Bresinski, 16, que deixou a sua cidade no norte da Alemanha, Flensburg, para estudar parte de seu ensino médio numa escola frutalense com o Programa de Intercâmbio Internacional de Jovens do Rotary. Stella está no triângulo mineiro há dois meses. Está aprendendo a língua portuguesa, mas por enquanto se comunica frequentemente em inglês com seus colegas. “Eu estou fazendo novos amigos, aprendendo português e vivenciando a cultura brasileira. Eu gostei bastante da maneira como os alunos brasileiros entram na universidade, que é bem diferente da Alemanha, porque lá não é aplicada uma prova como aqui e sim, avaliada todas as nossas notas durante o nosso ensino médio. São necessárias notas muito boas para conseguir.”, explica Bresinski.
Isabela Chagas em visita a Los Angeles, CA
            Além de estudar fora do Brasil, a opção de trabalhar é um grande crescimento profissional, como aprender a lidar com diferentes perfis e comportamentos no mercado de trabalho e possibilita um enorme aperfeiçoamento em língua estrangeira pelo contato direto a população do país de destino. Um exemplo disso é a é Isabela das Chagas Cataldo, 24, jornalista formada em 2011 pela UEMG, que após finalizar a graduação decidiu ingressar no intercâmbio de Au Pair: um programa de intercâmbio cultural que oferece a oportunidade de morar legalmente e trabalhar recebendo salário em dólar. As atividades são para trabalhar em casas de famílias cuidando de crianças, um serviço como babá dos pequenos que tem como benefício receber pelas tarefas exercidas, ganhar acomodação e alimentação do empregador. Isabela foi para Huntington em Nova Iorque, nos Estados Unidos, onde morou durante um ano e cinco meses. “Eu cuidei de três meninos e hoje os tenho como uma família do meu sangue. Essa experiência contribuiu para meu crescimento pessoal e acabei descobrindo os meus limites. Eu aprendi a viver, respeitar mais e me trouxe mais confiança com relação ao meu nível de inglês, que cresceu muito após o intercâmbio”, conta a jornalista.
            A Assessoria de Relações Internacionais da UEMG possui convênios com universidades em países como Alemanha, Bélgica, Colômbia, Coréia do Sul, Cuba, Estados Unidos, França, Itália, México e Portugal. A universidade está à disposição dos alunos para intermediar o contato com instituições parceiras desses países para realizar o intercâmbio internacional e tirar dúvidas a respeito. É importante ressaltar que a assessoria está sempre publicando novas oportunidades para os estudantes de todos as unidades no site oficial da UEMG. Uma boa opção para incentivos e uma possível direção para qual país encaixa mais com o seu perfil é acompanhar o blog COM LEGENDA: um projeto da professora Vânia Myrrha, da Escola de Design da UEMG, uma plataforma online que publica relatos e histórias de intercâmbio vividas por alunos de toda a universidade. Vale a pena conferir.

LINKS:
Assessoria de Relações Internacionais da UEMG: http://www.uemg.br/intercambio.php

Ulisses Lisboa
6º Período de Jornalismo




quinta-feira, 16 de outubro de 2014

UEMG de Frutal realiza Jornada Interna de Pesquisa e Extensão


No próximo dia 28, terça-feira, será realizada no Campus da UEMG Frutal, a 4º Jornada Interna de Pesquisa e Extensão. O evento é realizado com objetivo de expor o desenvolvimento de projetos de Iniciação Científica e Extensão aos discentes da Universidade e também a todos os interessados.
A quarta edição do evento conta com 55 trabalhos, divididos entre o período matutino e noturno, apresentados nas salas de aula e com abertura para debate. Neste ano, a proposta é criar um cenário mais popular, com ênfase na iniciação destes discentes na área de pesquisa, e deixar de lado o clima extremamente sério que costuma pairar sobre eventos deste tipo e que acarreta no constrangimento dos apresentadores e do público.
A coordenadora de Pesquisa e Extensão e também organizadora do evento, Prof. Dra. Ana Maria Zanoni, ressalta a importância do público para o funcionamento da Jornada: “O interessante do evento é ter um leitor dos trabalhos desenvolvidos, pois é este que pode agregar outra visão ao estudante que está realizando o projeto, e esta troca gera enriquecimento a ambos e, certamente, à pesquisa.”, diz Zanoni.
O aluno do curso de Administração, Leandro Queiroz Borges, desenvolve desde outubro de 2013 o projeto de Iniciação Científica “Novos mecanismos de Gestão e de Relacionamentos Interpessoais nas empresas: Um estudo da Sociedade Capitalista Pós-Industrial”, orientado pelo Prof. Dr. Marcelo Pessoa de Oliveira. Segundo o discente, a realização do projeto traz bens profissionais e pessoais ao aluno. “O pesquisador iniciante passa a atuar como agente causador da mudança no ambiente em que habita, promulgando e fazendo atuar o conhecimento científico como fonte de inovação incremental e por muitas vezes, radical. Assim, a Iniciação Científica se apresenta ao discente, como o primeiro contato sistemático de investigar e exprimir o mundo de maneira racional.”, comenta Leandro.

A 4ª Jornada Interna é uma prévia do 16º Seminário de Pesquisa e Extensão que acontece em Belo Horizonte
A professora Ana Maria convida a todos estudantes e população de Frutal a prestigiarem as apresentação dos projetos, e reforça que o evento é uma maneira gratuita de obter conhecimento de qualidade. 
A 4º Jornada Interna é também uma forma de preparação dos discentes que irão apresentar esses mesmos trabalhos no 16º Seminário de Pesquisa e Extensão, realizado entre os dias 19 e 21 de novembro, em Belo Horizonte.

Guilherme Lacerda
6° Período de Jornalismo

terça-feira, 14 de outubro de 2014

Secretaria de Educação de Frutal organiza comemoração para o Dia dos Professores


Há exatos 187 anos, no dia 15 de outubro de 1827, o Imperador do Brasil, Dom Pedro I, baixava um Decreto Imperial que criava o Ensino Elementar no nosso país. É por isso que amanhã será comemorado o Dia dos Professores em todo o território nacional.
José Luiz de Paula e Silva, Secretário
da Educação de Frutal
Como a data é comemorada três dias após o Dia de Nossa Senhora da Aparecida ou Dia das Crianças, acontecem muitos casos de colégios e universidades emendarem o feriado para a semana toda. É a famosa Semana do Saco Cheio ou Semana da Primavera, que virou costume nos anos 80, após estudantes se sentirem cansados nesta época do semestre.
Em Frutal não é diferente. Segundo o Secretário de Educação, José Luiz de Paula e Silva, este ano acontece na data um Encontro Municipal de Educadores no Centro de Eventos Yara Lins. A comemoração terá atividades, palestras e informações para os educadores de ensino básico da cidade. Durante esse tempo, haverá um momento de confraternização e convivências com os colegas de trabalho e de profissão.
Grazielle Resende, professora formada
 em Letras pela UNESP
Grazielle Resende é professora de Língua Portuguesa na Escola Estadual Maestro Josino de Oliveira (EEMJO) e de Gramática no Colégio Galileu. Para ela, o fato de não ter aula na data não impede os alunos de a homenagearem. "Como no dia dos professores geralmente é feriado na escola, as homenagens vêm pelo Facebook. Muitos demonstram grande carinho e gratidão nas mensagens que postam, inclusive de ex-alunos já formados ou cursando a faculdade", comenta.
A professora ainda ressaltou a esperança de uma maior valorização da profissão de professor. "Com toda essa desvalorização, o que tem me motivado ultimamente é a esperança de que a educação nesse país ainda seja prioridade e que nós tenhamos um salário digno pela árdua tarefa que cumprimos", conclui Grazielle.
O professor no curso de Jornalismo da UEMG de Frutal - e também jornalista e fotógrafo - Rodrigo Levotti Portari, afirma que, na faculdade, são raros os alunos que se lembram de homenagear o professor na data, mas a tecnologia e mídias sociais ajudam nessas situações. "Geralmente passa batido mesmo, só pensam no feriado. Mas sei que não é por maldade. Por ser feriado e ter o recesso da Semana do Saco Cheio, o pessoal vai viajar, volta para sua cidade. Então é normal, mas sempre tem aqueles que falam pelo Facebook ou Twitter ‘Parabéns, professor!’. São minoria, mas sempre tem. É normal, eu não os culpo" revela.
Rodrigo Portari é doutor em Jornalismo
pela UFMG. Leciona fotografia na UEMG -
Campus de Frutal
Portari ainda conta sobre sua motivação para dar aulas todos os dias. "Prazer. Acho que, se a gente tem a oportunidade de passar um pouco do conhecimento que acumulamos ao longo da vida, tanto no mercado quanto na academia, vale muito a pena. Vale mais a pena do que ficar correndo atrás de uma notícia, e olha que eu gosto de fazer jornalismo. Me dá muito mais prazer passar o conhecimento para frente e ver, principalmente numa apresentação de TCC, que eles correram atrás, que entenderam. É gratificante. E depois também ver os alunos brilharem, seja na televisão, assessoria de imprensa... Muitos me veem bastante tempo depois de formados e ainda me chamam de professor, por mais que sejam profissionais, já tenham doutorado, mestrado... Esse prazer é impagável", afirma Portari.
Ser professor é uma das profissões mais antigas da história, já que todas as outras dependem desta. É aquele profissional que ensina, apoia, aprende, educa e transforma. Que tal aproveitar esta data para parabenizar e agradecer este profissional tão fundamental em nossas vidas?

Giovanna Machioni
6° Período de Jornalismo

segunda-feira, 13 de outubro de 2014

Estudante da UEMG conta como é a prova da OAB

A Ordem dos Advogados do Brasil, OAB, realizou nos dias 13 de Agosto e 14 de setembro de 2014, o “XIV Exame da Ordem Unificado”. O exame tem como objetivo estabelecer os requisitos para que os bacharéis em Direito se inscrevam em seus quadros. Um desses requisitos é a aprovação no chamado Exame de Ordem, um teste aplicado três vezes por ano em todo o Brasil e que visa aferir a capacitação básica necessária ao exercício profissional da advocacia.
A primeira fase caracteriza-se como “Prova Objetiva”, atualmente composta por 80 questões de múltipla escolha, com quatro opções cada, versando sobre as disciplinas profissionalizantes obrigatórias e integrantes do currículo mínimo do curso de Direito, fixadas pelo MEC, que vai de Direito Civil até Direito Administrativo, incluindo Código de Defesa do Consumidor (CDC), Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), Direito Ambiental, Direitos Humanos e Direito Internacional, além de questões sobre Estatuto da OAB, Regulamento Geral e Código de Ética e Disciplina.
 A segunda fase é a “Prático- Profissional”, e com valor de 10 pontos, só é aplicada aos candidatos aprovados na 1ª fase, e é composta de duas partes distintas compreendendo a área de opção do candidato, escolhida no ato da inscrição dentre as seguintes opções: Direito Administrativo, Direito Civil, Direito Constitucional, Direito Empresarial, Direito Penal, Direito do Trabalho ou Direito Tributário (acompanhadas de seus correspondentes direitos processuais). Na prova prático-profissional, será permitida a consulta apenas à legislação seca, sem qualquer anotação ou comentário, referente à área de opção do examinado. Para aprovação na 2ª etapa, é necessário conseguir nota igual ou superior a seis pontos dentre os dez distribuídos.
Com o desenvolvimento de cursos preparatórios e o aumento da competição entre estudantes, é necessário um maior foco e conscientização para ser aprovado. Em entrevista, o bacharel em Direito pela Universidade do Estado de Minas Gerais - Campus de Frutal, Warley Damásio, nos contou como foi o processo para fazer uma das provas mais difíceis do Brasil.

Jornal Regional: Como foi sua preparação para a prova da OAB?           

Warley: O Exame da Ordem dos Advogados do Brasil é uma prova um pouco complexa e exige muito mais do que simplesmente saber o conteúdo das leis. É necessário manter a calma e ter o discernimento necessário para lograr êxito.
Desde o começo de 2013, meu último ano de faculdade, presto a prova da Ordem, obtendo a aprovação na prova deste ano. Assim, foram quatro provas para passar.
A preparação, basicamente, é muito estudo, leitura e exercícios, combinados com momentos de descanso e alguma folga para fazer o que gosta, mas, durante toda a preparação, é bom abdicar de situações rotineiras que desviam seu foco e seu estudo, como por exemplo, as festas.
Durante a preparação o cansaço é seu maior inimigo, você separa as horas pra estudar e quando começa a “saga”, logo se sente cansado. Aconselho que nestes momentos, é bom fazer um intervalo, beber uma água e voltar ao estudo logo depois.
Para ajudar na preparação, me matriculei no cursinho preparatório LFG, muito bom, e tínhamos um grupo de estudo que ficava durante a madrugada na Unidade de Frutal estudando para a prova.

JR: Depois da prova, normalmente as pessoas ficam apreensivas. Como foi sua reação?

Werley: Depois que a prova passou, fiquei ansioso para saber qual foi o resultado da prova.
Dessa vez, diferentemente do que acontece, conseguimos ver o resultado antes do dia estabelecido. O site estava travando, demorei cerca de quarenta minutos para abrir a página, e, quando consegui carregá-la e vi que tinha passado, fiquei muito feliz. As lágrimas vieram e já fui ligar pros meus pais para contar a boa-nova, mas não estava nem conseguindo falar. Quando minha mãe atendeu ao telefone, eu contei e ficamos uns três minutos apenas chorando e agradecendo a Deus pela vitória. Depois ela passou para o meu pai, também choramos. É uma sensação indescritível. Contei para os amigos mais próximos, alguns me ligaram, e depois postei no Facebook. Cheguei em casa, chorei mais um pouco e agradeci a Deus pela vitória, e fui comemorar com meus amigos essa conquista.
JR: Agora, quais são os seus projetos para o futuro? Em que área do Direito você pretende atuar?

Warley Damásio, natural de João Monlevade,
sul de Minas Gerais
Werley: Para o futuro tenho vários planos, mas que não dependem apenas de mim, então fica complicado. Meu sonho é a Magistratura, e um dos requisitos para tal concurso são três anos de prática jurídica. Durante o período e até a realização das provas, estarei trabalhando em algum projeto, seja como advogado, como concursado ou algum outro que vier a aparecer. O importante é não ficar parado e não parar de estudar, pois nesta área sempre haverá novidades e devemos, na medida do possível, atualizar nossas ideias. Mas, preciso dar um “pulo” na minha casa para conversar com meu pai sobre este futuro.
 Marina Azambuja
6° Período de Jornalismo




quinta-feira, 9 de outubro de 2014

Conheça as obras da UEMG e Hidroex

Em uma reportagem especial feita para o blog Jornalismo Regional de Frutal, os estudantes Ulisses Lisboa e Caio Machado entrevistaram responsáveis das obras que estão sendo realizadas na UEMG e na Hidroex - Cidade das Águas. Assista a matéria a seguir:



Ulisses Lisboa e Caio Machado.
6° Período de Jornalismo

quarta-feira, 8 de outubro de 2014

Inscrições para o Vestibular da UEMG terminam na sexta-feira


         A Universidade do Estado de Minas Gerais - UEMG prorrogou as inscrições para o vestibular 2015 até o dia 10, sexta-feira, que também será a data limite para o pagamento da taxa de inscrição para prestar o vestibular. O valor da taxa de inscrição é R$ 125. A prova vai acontecer dia 30 de novembro, domingo, das 14 às 18 horas no campus de cada unidade da UEMG.
No campus de Frutal são oferecidos os cursos de Direito, Comunicação Social, Administração - estes avaliados e indicados pelo Guia do Estudante 2014 -, Geografia, Tecnologia em Alimentos, Tecnologia em Produção Sucroalcooleira e Sistemas de Informações. Estão disponíveis este ano 440 vagas distribuídas entre esses cursos.
Dulcinéia Francisca, coordenadora administrativa da unidade de Frutal, conta que desde o início da divulgação do vestibular a comissão organizadora está viajando por cidades do estado de Minas Gerais e também em cidades de outros estados, com o propósito de divulgar a UEMG, expor suas vantagens como universidade pública e dizer sobre os cursos que são oferecidos.
Construções da Cidade Universitária
A Coordenadora foi estudante da UEMG na primeira turma de Geografia, após a estadualização da Universidade. “Eu pude acompanhar a evolução. Quando comecei o curso ainda nem existia o Campus que temos hoje. Naquela época, estudávamos em uma escola estadual emprestada e só mudamos para o Campus nos dois últimos anos”. Para a funcionária, o Campus cresceu, tornando-se a Cidade das Águas que existe atualmente.
A aluna do oitavo período de Publicidade e Propaganda, Gabryella Fernandes, conclui a graduação este ano. Segundo a universitária, a UEMG foi crescendo juntamente com sua formação. “Quando cheguei tudo era diferente, principalmente a infraestrutura. Hoje vou deixar a UEMG que cresceu comigo e tanto se desenvolveu e com certeza vou sentir saudades”, comenta a futura publicitária.
Maquete de projeto de como ficará a Universidade
Karoline Koyama, 18 anos, é estudante do terceiro colegial na Escola Estadual Lauriston Souza e mora em Frutal há cinco anos. A estudante vai prestar vestibular para o curso de Comunicação Social. Segundo Karoline, o interesse em estudar na UEMG surgiu por ser uma Universidade pública, reconhecida e perto da sua casa.
 Atualmente, a unidade está em obras, com construção de laboratórios, biblioteca, alojamentos, vila olímpica e o Complexo Hidroex, tudo para melhor atender os alunos e a cidade de Frutal.  Através disso, já existem projetos em andamento para trazer, em breve, novos cursos como Psicologia, Fisioterapia, Educação Física e Agronomia.
Até o final do ano, a UEMG será a terceira maior universidade pública de Minas Gerais, com mais de 18 mil alunos. Seis fundações educacionais se vincularão à UEMG. A iniciativa amplia o número de vagas em cursos de ensino superior, assegurando ensino público, gratuito e de qualidade.


Thaiz Beltrão e Guilherme Lacerda 
6° Período de Jornalismo

quarta-feira, 1 de outubro de 2014

Conselho Estadual de Educação avalia o curso de Tecnologia de Alimentos da UEMG - Frutal

A avaliação do curso de Tecnologia de Alimentos está sendo realizada desde o dia 29 de setembro pelo Conselho Estadual de Educação de Minas Gerais. Dependendo do resultado da avaliação do órgão, o curso será recadastrado e continuará funcionando corretamente. A entidade permanecerá até o dia primeiro de outubro na universidade.
     “Nós tivemos reuniões pedagógicas com alunos e professores, conversamos com todos envolvidos, explicamos como seria a avaliação, o que seria avaliado, quais os critérios e qual a importância disso para o nosso curso”, explica Eduardo da Silva Martins, coordenador do curso de Tecnologia em Alimentos da UEMG
A frequência da avaliação acontece de acordo com a última nota obtida e sempre que uma turma do curso se forma. A avaliação é composta por duas avaliadoras e conferem todos os documentos do curso, da instituição - tanto de infraestrutura como pedagógica. É, também, avaliado o corpo docente completo, a coordenação do curso e os alunos.
A última nota obtida na avaliação do Conselho Estadual de Educação no curso de Tecnologia de Alimentos foi “B”. A nota atribuída pelos avaliadores dá um indicativo de como está o curso e a instituição como um todo e a nota é gerada através dos critérios impostos pelo Conselho e visam a qualidade dos cursos nas universidades.
Caio Machado e Ulisses Lisboa

6° Período de Jornalismo

sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Semana decisiva define o novo presidente do D.A.

Hoje, a partir das 20 horas, no Anfiteatro da UEMG, haverá um debate entre as chapas concorrentes para o Diretório Acadêmico da UEMG-Campus Frutal. O debate será dividido em três partes. Na primeira, os candidatos responderão a cinco perguntas sobre os planos de ação das duas chapas. Na segunda parte, serão cinco questionamentos para cada concorrente com o tema livre. O último bloco serão seis perguntas vindas da plateia e cada candidato responderá a três indagações.

O Diretório Acadêmico é o órgão de representação máxima dos estudantes no campus da faculdade. A sua função é nomear os membros de colegiados de curso e a representação dos alunos nos departamentos. Essa representação é em prol da concretização dos interesses do aluno da universidade.

Atualmente, o Diretório Acadêmico tem como presidente o aluno do décimo período do curso de Direito Lucas Stamillo Croscati Cassemiro. Lucas se diz satisfeito com a sua gestão: “Esse ano foi muito produtivo, conseguimos com o Narcio, trezentos mil reais para a nova biblioteca, que está em fase de finalização e com um acervo novo, a criação da Atlética e a reestruturação física do Diretório Acadêmico”. Lucas também revelou que está tranquilo em relação ao futuro do D.A: “Pois tanto o candidato à presidência da Chapa Evolução, quanto da chapa Realidade, são pessoas honestas, íntegras e quem for o vencedor, fará um bom trabalho.”.

A Chapa Evolução tem como candidato a presidência o aluno Luccas Rodrigo Garcia, aluno do sexto período do curso de Direito. A Chapa aposta na abertura diária do Diretório Acadêmico, para incentivar a crítica e a participação dos estudantes na tomada das decisões, da transparência em todos os atos, sobretudo nos de natureza financeira, e do diálogo permanente com todos os interessados, sem nenhum tipo de discriminação. Para a efetivação dos propósitos a Chapa Evolução acredita em suas propostas como: A Ouvidoria e o Portal da Transparência, remodelação na política de carteirinhas, desenvolvimento de novos projetos/eventos (saraus, debates, semanas culturais), realização de assembleias periódicas e extraordinárias para deliberação dos assuntos pertinentes, etc.

A Chapa Realidade tem como candidata a presidência a aluna Thamires Fernandes Pereira, do sexto período do curso de Direito. A Chapa trilhará o caminho da política “pé no chão”, da transparência, principalmente, financeira e na integração entre os alunos. Para a concretização desses objetivos a Chapa Realidade possui algumas propostas, dentre elas: A construção de canais de comunicação impessoais que representem a transparência do Diretório Acadêmico; pretende-se instalar a “Ouvidoria do Diretório Acadêmico”; apresentação mensal de balancetes e relatórios financeiros do Diretório Acadêmico; desenvolvimento mensal de eventos festivos e culturais, como peças de teatros e palestras em forma de parcerias com os grupos universitários já existentes na universidade, etc.

A votação para definir quem será o novo presidente do D.A, ocorrerá na sexta-feira, dia 29 de novembro, no próprio Diretório Acadêmico. As urnas ficarão abertas durante os períodos de aula, ou seja, das 7h20 min às 11h, e das 19h às 22h40 min.

Escrito por Vinicius Dalanesi
6º período - Jornalismo 2013

terça-feira, 19 de novembro de 2013

UEMG divulga relação de candidatos vaga do vestibular 2014

Foram divulgados nesta segunda-feira, 18, o número de inscritos e a relação de candidato por vaga para o vestibular 2014 da UEMG – Universidade do Estado de Minas Gerais – Campus Frutal. Ao todo foram registradas 1.305 inscrições para as 440 vagas disponibilizadas em Frutal. O número está no mesmo quadro dos inscritos do ano passado.

Os candidatos são de 12 estados e de 242 cidades, mas, o eixo Minas-São Paulo concentra a maior porcentagem, sendo 73% e 23% respectivamente. O curso mais concorrido continua sendo o Direito Noturno com 9.4 candidatos por vaga e o curso menos concorrido é o de Tecnologia em Produção Sucroalcooleira com 0.50 candidatos por vaga. (confira a tabela abaixo).

Direito (matutino)
8.8
Direito (noturno)
9.4
Adm (matutino)
2.2
Adm (noturno)
5.2
Comunicação Social
3.5
Sist. de Informação
2.1
Geografia
1.3
Téc. em Alimentos
1.1
Sucro
0.55

Nesse ano, também será oferecido o curso à distância de Pedagogia. Foram 160 candidatos inscritos para a disputa de 50 vagas oferecidas.

As duas obras literárias pedidas na prova são: A mão e a luva, de Machado de Assis, e Sísifo desce a montanha, de Affonso Romano de Sant’Anna. Para este ano, além das tradicionais questões de Literatura, estão previstas questões interdisciplinares, envolvendo as demais áreas do conhecimento.

“Estamos acertando os últimos detalhes para que os candidatos possam realizar as provas com muita tranquilidade e segurança”, destacou o diretor do campus, Ronaldo Wilson. “Deixamos o lembrete para que os inscritos tragam apenas caneta, azul ou preta, lápis e borracha para a realização da prova. Como de praxe não só aqui, como em outros processos seletivos, não será permitido o uso de aparelhos eletrônicos”, completou Ronaldo.

O vestibular da UEMG acontece no dia 1 de dezembro. Os portões serão abertos às 14h e a prova se encerra às 18h.  

Escrito por Nélio Barbosa
6º período - Jornalismo 2013

quinta-feira, 14 de novembro de 2013

De Frutal para Curitiba: aluna da UEMG apresenta artigo em Simpósio

A aluna do 6º período curso de Comunicação Social com habilitação em Publicidade e Propaganda da UEMG Campus Frutal, Shara Cristina Pereira, participará nos dias 20, 21 e 22 deste mês do VII Simpósio Nacional da ABCiber – Associação Brasileira de Pesquisadores em Cibercultura –, apresentando um artigo que foi desenvolvido no primeiro semestre de 2013 junto com quatro colegas de sala.

Simpósio acontece na próxima semana, em Curitiba
(Foto: Reprodução)
A Associação é uma entidade científica e cultural com a principal missão de integrar pesquisadores, instituições e grupos de pesquisa com o tema cibercultura. A ABCiber, sem fins lucrativos, procura também consolidar esse campo interdisciplinar de estudos contribuindo com o desenvolvimento científico, tecnológico e cultural do país.

Shara, Victor Machado e Jéssica da Mata são moradores de Frutal, além deles, Letícia Costa, de Amparo, São Paulo e Gabryella Fernandes, de Colina, São Paulo formam o grupo do artigo que tem como tema “Midia Indoor na Cachaçaria Água Doce de Frutal: Análise do Impacto do Consumidor”. Os alunos desenvolveram o trabalho sob orientação da professora Karol Natasha Castanheira: “Este artigo pretende analisar o impacto da mídia indoor, a fim de descobrir se é possível influenciar o poder de compra de quem frequenta a Cachaçaria Água Doce”, explica Shara.

Ela também comenta a sensação de ter um trabalho aprovado em uma entidade de nível nacional: “Eu e meus colegas de sala nos sentimos muito felizes pela produção do artigo. Recebemos elogios da professora Karol e principalmente, por se tratar de um trabalho aprovado pela ABCiber, estamos contentes. É bom saber que em Curitiba vou adquirir conhecimentos sobre diversos assuntos, que serão tratados nas apresentações dos demais trabalhos publicados. E melhor ainda é poder levar o nome dos integrantes do meu grupo, da UEMG e também da cidade de Frutal para a ABCiber. É gratificante ter um trabalho reconhecido e é inquestionável que isso agrega conhecimento e experiência para o meu futuro como publicitária”, ressalta.

Não é a primeira vez que alunos do Campus de Frutal da UEMG apresentam artigos em Simpósios e Congressos. Alunas do último período dos cursos de Publicidade e Propaganda e Jornalismo, apresentaram trabalhos no Intercom Sudeste, em Bauru, São Paulo. Ana Júlia Padilha, da mesma sala de Shara, também teve seu trabalho aprovado no Intercom Nacional, que aconteceu no mês de setembro, em Manaus, Amazonas. 

Escrito por Ana Carolina Datore
6º Período - Jornalismo 2013

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Evento em Uberlândia discute as novas perspectivas da comunicação

Integração, troca de informações e debate são as propostas da Semana Internacional de Comunicação de Uberlândia, promovida essa semana, pela Prefeitura de Uberlândia em parceria com a Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação (Esamc). 

O evento tem como intuito oferecer palestras, oficinas e mesas redondas para discutir os caminhos da comunicação social.

O início da Semana Internacional de Comunicação de Uberlândia, teve a presença de diversas autoridades políticas da cidade. Para celebrar o intercâmbio entre profissionais brasileiros e argentinos, houve uma apresentação de Catira, homenageando a cultura mineira e uma apresentação de tango celebrando a cultura argentina.


Miguel falou da relação entre o Clarín e o governo argentino 
No primeiro dia, os participantes assistiram a uma palestra com diretor-presidente da rede de faculdades Esamc, Luiz Gracioso, que abriu a semana e falou sobre a construção e valorização de uma marca. Em seguida o chefe de redação do jornal Clarín, Miguel Wiñazki, comentou a atual situação do jornalismo na Argentina e a relação com o governo que anda conturbada devido a Ley de Medios, sancionada pela presidente Cristina Kirchner. 

Para encerrar o debate, Lino Bocchini, editor de conteúdo online da revista Carta Capital, discutiu liberdade de expressão e democratização dos meios de comunicação. A jornalista e apresentadora da TV Integração (afiliada Rede Globo) Vanessa Carlos foi a mediadora do primeiro dia do evento.

Estudantes do 6º período de jornalismo da UEMG participaram do primeiro dia de debates. O aluno Nélio Barbosa comenta a importância desse evento: “Acredito que essa troca de experiência com profissionais de outros veículos de comunicação e de outros países, inclusive, permite uma boa discussão sobre os rumos do jornalismo, e nós, como futuros jornalistas, também devemos entrar no debate”.
Jornalista da Carta Capital falou da situação da mídia nacional

A programação da semana segue até o dia 8, e terá a presença de jornalistas como Caco Barcelos (TV Globo), Fernando Fernandes (Band) Roberto Cabrini (SBT) e Bruno Torturra (Mídia NINJA).

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

13° Seminário da UEMG adere novas regras e supera expectativas

Aconteceu entre os dias 16 e 19 de novembro, em Belo Horizonte, o 13° Seminário de Pesquisa e Extensão da Universidade do Estado de Minas Gerais (UEMG). O evento contou com mais de 600 pessoas entre professores, alunos bolsistas, alunos da pós-graduação e alunos com projetos sem bolsa das sete unidades da UEMG e de outras instituições de ensino.
Os principais objetivos do Seminário são divulgar, socializar e avaliar a produção científica e extensionista dos alunos bolsistas e dos docentes orientadores. Na oportunidade, os demais professores e alunos da Universidade também apresentam os resultados de suas pesquisas e projetos de extensão. Além disso, o evento foi aberto ao público, ou seja, qualquer pessoa que estivesse passando durante os locais das apresentações dos trabalhos puderam entrar e conferir, porém sem ganhar o certificado de participação como ouvinte.
A abertura do evento contou com uma apresentação do grupo de Choro da Escola de Música da UEMG/BH, interagindo com os alunos de todas as unidades. Além disso, o primeiro dia ainda contou com uma palestra explicando sobre a importância da pesquisa e extensão. As apresentações dos trabalhos foram feitas por exposição oral, divididas por ciências humanas, exatas e biológicas. Já a exibição e explicação dos pôsteres informativos foram expostos no Salão Pampulha, no centro da capital mineira.
A UEMG Frutal foi representada por cerca de 50 pessoas, entre alunos bolsistas com projetos de pesquisa e extensão de diversificadas áreas do conhecimento, alunos que desenvolvem projeto na Instituição sem bolsa e professores.  Para Tatiane Simon, aluna do 4° período de Comunicação Social e bolsista, a sensação de estar participando de um evento desta magnitude é de extrema responsabilidade. “Estar representando minha faculdade diante de todas as outras unidades da UEMG é incrível, pois além de estar levando meu nome e do meu orientador, tive a oportunidade de mostrar nove meses de trabalho que venho realizando a frente da minha iniciação cientifica” salienta a estudante.
De acordo com a coordenação do evento, o Seminário teve como princípios a divulgação dos trabalhos realizados pelos jovens que participam de programas de bolsas de iniciação cientifica e extensão e sua integração com a comunidade.  “A organização deste ano foi mais temática que a dos anos anteriores. A distribuição dos materiais pelas salas, por exemplo, foram feitas por área de conhecimento, permitindo maior interação entre pesquisadores que atuam em áreas similares” avaliou a professora Terezinha Gontijo, pró-reitora de Pesquisa e Pós-graduação da UEMG.
Segundo ela, a intenção que começa a se expressar com esse ano é ampliar a abrangência do evento para que daqui para frente, uma gama de projetos de pesquisa e extensão sejam desenvolvidos na Universidade. “O Seminário atualmente é, predominantemente, uma exposição de iniciação cientifica, ou seja, historicamente os alunos bolsistas têm apresentado os resultados das pesquisas desenvolvidas na Universidade. Por isso, neste ano, paralelamente à apresentação dos alunos, promovemos uma pequena Mostra de Pesquisa, realizada na Universidade” explica.
 Além das apresentações, o Seminário contou com mesas temáticas com profissionais das áreas da saúde, sustentabilidade, educação, cultura, ciência e inovação tecnológica.   Durante o evento também é realizado uma reunião da Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação e a Pró-Reitoria de Extensão Universitária com a Coordenação de Pesquisa e Extensão de todas as unidades da UEMG para discutir sobre o futuro da pesquisa na Instituição. Após o fim dos trabalhos, uma apresentação da Big Band da Escola de Música da UEMG na Arena do Prédio “Rainha da Sucata”, na Praça da Liberdade encerrou o evento.
Segundo a pró-reitora de Extensão, a professora Vânia Aparecida Costa, o Seminário é uma ocasião única para que os alunos mostrem os projetos trabalhados e conhecerem outros desenvolvidos em outras unidades. “Este evento possibilita aos nossos alunos dois momentos: o de mostrar suas atividades como bolsistas e de conhecer a produção da Universidade”. O Seminário de Pesquisa e Extensão é diferente da Semana UEMG, outro evento da Pró-Reitoria de Extensão, onde atividades de extensão se espalham por todas as unidades da Instituição. A próxima edição do Seminário também acontecerá em Belo Horizonte. 

Escrito por Vinícius Lopes
6° período de Comunicação Social / Jornalismo - 2011