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quarta-feira, 22 de outubro de 2014

Bagagem cheia de aprendizado e muita história para contar


Estar preparado para novos desafios, turbinar o currículo e ainda adquirir conhecimento através de novas experiências é a busca de diversos jovens. Na maioria das vezes, para ter contato com o novo mundo de oportunidades, a opção mais interessante é o intercâmbio. Conhecer de perto novas culturas, aperfeiçoar idiomas, desenvolver independência, ampliar a rede de amigos internacionais e sair, definitivamente, da sua rotina, são um dos benefícios de passar um tempo fora do país.

Carolina Mesquita (do meio) durante sua estadia
nos Estados Unidos
A experiência internacional, mesmo que seja por pouco tempo, como cursos de curta duração são bastante válidos e consideráveis para o crescimento do intercambista, que consegue expandir os seus conhecimentos e vivenciar momentos incríveis. Foi o caso de Carolina Mesquita, 19, estudante do 4º período de Comunicação Social, que viajou em 2012 para St Peterburg, nos Estados Unidos, através do programa de férias ofertado pela Central do Estudante – Agência de Intercâmbio em Belo Horizonte. Carolina passou um mês na cidade estudando inglês e tendo o contato direto com a cultura americana, pois ficou hospedada na casa de uma família local. “Foi a primeira vez que eu viajei para fora do país e poder sair do seu conforto, de tudo que você está acostumado para viver num meio novo, uma língua nova e uma nova cultura, abre muito a cabeça. Eu tive outra visão do mundo”, conta a estudante.
Há muitas agências de intercâmbio espalhadas por todo o Brasil que oferecem pacotes de intercâmbio para todos os lugares do mundo. O investimento varia de acordo com as opções de atividades a serem realizadas no exterior, como estudar línguas, cursos profissionalizantes ou até mesmo trabalhar, dependendo do país de destino. No entanto, é possível realizar o sonho de viajar sem ter custo nenhum através das bolsas de estudos. O segredo é estar sempre atento às divulgações de instituições – como a CAPES, CNPQ, Fullbright, Embaixadas e outros – que oferecem oportunidades gratuitas para estudantes brasileiros e não desistir no primeiro “não”.
Jade de Andrade em Seoul
Formada em Relações Internacionais e estudante do 2º período de Direto, Jade Alves Souza de Andrade, participou do processo seletivo de intercâmbio para Coréia do Sul que seleciona, anualmente, jovens universitários dos principais países parceiros que demonstrem excelência acadêmica e espírito de liderança para participar de um intercâmbio cultural de aproximadamente duas semanas em Seoul, capital coreana. O programa é diretamente organizado pelo governo da Coréia, que é responsável por todos os custos dos aprovados – dois estudantes por país – como passagens aéreas, acomodação e alimentação. O processo de seleção é intermediado pela Embaixada da República da Coréia no Brasil, que conta com análise de currículo e entrevista em inglês – pois o programa é todo oferecido em língua inglesa. Jade foi uma das selecionadas e garantiu uma experiência fantástica num lugar bem longe de casa, onde visitou templos, universidades, vilas no interior do país, famílias coreanas, museus, festivais de música, órgãos governamentais, grandes empresas e teve até mesmo aula de culinária coreana.
Após viver essa experiência, adquiri uma visão de mundo mais holística. Eu me sinto mais independente e preparada para enfrentar adversidades. E do povo coreano ganhei o maior presente que alguém pode dar: exemplos de vida, vindos de um povo verdadeiramente patriota, que tem foco e determinação, que entende que educação é o único meio para o desenvolvimento econômico; de um povo amigo que conquista no simples gesto do aperto de mão e na pureza das palavras; de um povo família, que acolhe, se preocupa e que abraça. São essas grandes inspirações que hoje norteiam muitas de minhas escolhas. A riqueza e o intercâmbio de vivências que compartilhamos naqueles dias ficarão para sempre em minha memória. E, de alguma forma, ainda hoje, ajudam a moldar a forma com que enxergo a vida e como me insiro no mundo”, diz Jade.
Ana Maria Betarelle é paulista
e está no 2º ano de Direito, na UEMG -
Campus de Frutal
            O primeiro passo para carimbar o seu passaporte e viajar tranquilamente é, sem dúvida, ter a fluência na língua do país de destino ou na língua inglesa, que é aceita e falada na maior parte do mundo. Este requisito varia de acordo com a opção de intercâmbio escolhida e que em algumas vezes é necessária uma prova de proficiência em língua estrangeira para comprovar que o futuro intercambista está apto a se comunicar no ambiente internacional onde irá ingressar. Devido a isso, a estudante do 4º período de Direito noturno, Ana Maria Betarelle, já se preparava há muito tempo e estudou inglês durante quatro anos em sua cidade natal. Neste intervalo, Ana ficou sabendo das oportunidades de intercâmbio oferecidas pelo Rotary – organização internacional de profissionais e líderes que prestam serviços humanitários, fomentam o padrão de ética e ajudam a estabelecer a paz no mundo. Em 2011 a estudante resolveu aplicar sua candidatura para uma vaga na Austrália, mas acabou sendo aceita para morar durante 11 meses na Dinamarca através do Programa de Intercâmbio Internacional de Jovens do Rotary. “Na verdade, brinco que eu não escolhi a Dinamarca, mas ela me escolheu”, conta. Durante as atividades no exterior, a intercambista estudou numa escola pública em Horsens Statsskole – cerca de 264km de Copenhague – e morou na casa de três famílias diferentes – regra do programa a fim de possibilitar um contato multidisciplinar com a cultura do país e ampliar o ciclo familiar. Aos 19 anos, Betarelle traz consigo a experiência de vivenciar de muito perto não só a cultura dinamarquesa, mas também teve a oportunidade de conhecer 10 países e diz que é a sua maior paixão continuar conhecendo e aprendendo novas culturas. “O crescimento é imensurável. Quando você faz intercâmbio, passa a ter uma visão completamente diferente das coisas; acredito que uma visão mais humanizada. Eu me tornei independente, amadureci muito, descobri quem eu realmente era e uma força que eu não sabia que tinha. É inexplicável, só vivendo e sentindo pra saber”, finaliza.
Stella Bresinsk veio para Frutal em agosto e
estuda no Colégio Galileu
            Da mesma forma que muitos alunos brasileiros viajam para o exterior em busca de novas experiências, diversos estudantes de outros países também escolhem o Brasil como destino para desenvolver este momento único em suas carreiras. Frutal foi o lugar escolhido pela alemã Stella Bresinski, 16, que deixou a sua cidade no norte da Alemanha, Flensburg, para estudar parte de seu ensino médio numa escola frutalense com o Programa de Intercâmbio Internacional de Jovens do Rotary. Stella está no triângulo mineiro há dois meses. Está aprendendo a língua portuguesa, mas por enquanto se comunica frequentemente em inglês com seus colegas. “Eu estou fazendo novos amigos, aprendendo português e vivenciando a cultura brasileira. Eu gostei bastante da maneira como os alunos brasileiros entram na universidade, que é bem diferente da Alemanha, porque lá não é aplicada uma prova como aqui e sim, avaliada todas as nossas notas durante o nosso ensino médio. São necessárias notas muito boas para conseguir.”, explica Bresinski.
Isabela Chagas em visita a Los Angeles, CA
            Além de estudar fora do Brasil, a opção de trabalhar é um grande crescimento profissional, como aprender a lidar com diferentes perfis e comportamentos no mercado de trabalho e possibilita um enorme aperfeiçoamento em língua estrangeira pelo contato direto a população do país de destino. Um exemplo disso é a é Isabela das Chagas Cataldo, 24, jornalista formada em 2011 pela UEMG, que após finalizar a graduação decidiu ingressar no intercâmbio de Au Pair: um programa de intercâmbio cultural que oferece a oportunidade de morar legalmente e trabalhar recebendo salário em dólar. As atividades são para trabalhar em casas de famílias cuidando de crianças, um serviço como babá dos pequenos que tem como benefício receber pelas tarefas exercidas, ganhar acomodação e alimentação do empregador. Isabela foi para Huntington em Nova Iorque, nos Estados Unidos, onde morou durante um ano e cinco meses. “Eu cuidei de três meninos e hoje os tenho como uma família do meu sangue. Essa experiência contribuiu para meu crescimento pessoal e acabei descobrindo os meus limites. Eu aprendi a viver, respeitar mais e me trouxe mais confiança com relação ao meu nível de inglês, que cresceu muito após o intercâmbio”, conta a jornalista.
            A Assessoria de Relações Internacionais da UEMG possui convênios com universidades em países como Alemanha, Bélgica, Colômbia, Coréia do Sul, Cuba, Estados Unidos, França, Itália, México e Portugal. A universidade está à disposição dos alunos para intermediar o contato com instituições parceiras desses países para realizar o intercâmbio internacional e tirar dúvidas a respeito. É importante ressaltar que a assessoria está sempre publicando novas oportunidades para os estudantes de todos as unidades no site oficial da UEMG. Uma boa opção para incentivos e uma possível direção para qual país encaixa mais com o seu perfil é acompanhar o blog COM LEGENDA: um projeto da professora Vânia Myrrha, da Escola de Design da UEMG, uma plataforma online que publica relatos e histórias de intercâmbio vividas por alunos de toda a universidade. Vale a pena conferir.

LINKS:
Assessoria de Relações Internacionais da UEMG: http://www.uemg.br/intercambio.php

Ulisses Lisboa
6º Período de Jornalismo




segunda-feira, 20 de outubro de 2014

Frutal possui uma personagem na “Sociedade dos Poetas Mortos”


No dia 14 de março, comemora-se o Dia Nacional da Poesia. Uma semana depois, o Dia Mundial da Poesia. Mas, somente no dia 20 de outubro é que se celebra o Dia do Poeta: aquele que produz a poesia, ou seja, aquele sem o qual o produto (a poesia) não existiria.
Passaremos em revista um pouco do percurso que se desenvolveu, historicamente, tal arte hoje desvalorizada pelo mercado consumidor da pressa do cotidiano.
Veja os clássicos:
Luís Vaz de Camões, poeta mor da língua portuguesa, em sua epopeia de 8816 versos (Os Lusíadas), que mistura elementos da tradição cristã com mitologia greco-latina, traça uma linha histórica do desenvolvimento do povo lusitano.
No período denominado como “Barroco Brasileiro”, temos como destaque no fazer poético o escritor que ficou conhecido com a alcunha de “Boca do Inferno”: Gregório de Mattos Guerra.
No Arcadismo, destaca-se Tomás Antônio Gonzaga.
Chega-se ao período Romântico, e com isso deparamo-nos com Antônio Gonçalves Dias.

Tu choraste em presença da morte?
Na presença de estranhos choraste?”
Gonçalves Dias

No segundo período do Romantismo, conhecido também como o Ultrarromântico, pode-se destacar Álvares de Azevedo e Casimiro de Abreu. Posteriormente, o terceiro período do Romantismo, onde se deve destacar a poesia de cunho social de Castro Alves.
Com o advento do Realismo, chegamos ao perpétuo presidente da Academia Brasileira de Letras (ABL): Machado de Assis, que também se aventurou no mundo do desprendimento do formalismo prosaico e cultivou em três obras a sua poesia. No mesmo período também se desenvolvia o Parnasianismo, cujo nome a ser destacado é o Patrono do serviço militar obrigatório: Olavo Brás Martins dos Guimarães Bilac, ou apenas, Olavo Bilac.
Logo em seguida, nos deparamos com o Simbolismo de Cruz e Souza e com o Pré-Modernismo de Augusto dos Anjos. Alguns anos depois, veio o modernismo de Mário de Andrade, Carlos Drummond de Andrade e Cicília Meireles.
Mas para quê toda essa viagem na história poética?
"Larissa, a Menina de Olhos Azuis",
livro de Magnólia Rosa
Atualmente, livros em prosa
tem vendido e lucrado mais
que livros de poesia
Simples: para mostrar que Frutal também teve sua representante no que tange o ofício poético de ser ou viver. Seu nome: Magnólia Rosa, falecida neste ano, aos 92 anos. A poetisa deixou dez obras (nem todas foram poesia, mas grande maioria, sim). Seu falecimento foi noticiado por grandes veículos como a Folha de São Paulo e pelo portal G1.
“Tu choraste na presença da morte?”, escrevera Gonçalves Dias.
Morre o sujeito e nasce daí o mito que se perpetua para além da presença física que outrora exercia entre os vivos.
Seja como for, cada artista depende do mundo. Eles são como deixou registrado Nietzsche em sua obra “A Genealogia da Moral”: cortesãos de seus admiradores e de seus aduladores. O artista nunca adota uma posição autônoma; ficar sozinho vai contra os seus instintos.
Platão expulsou de sua República todos os poetas; hoje quem os expulsa é “a necessidade do mercado”.


Douglas Carlos Gonçalves
6° Período de Jornalismo

sábado, 16 de novembro de 2013

Competição de Dança leva cultura a espaços públicos em Frutal

Frutal sedia no dia 23 de novembro, a 6ª edição da Olimpíada de Dança. O objetivo do evento é de ocupar ruas e locais públicos com dançarinos.

Demetrius Garcia é o realizador do torneio e, este ano, foi feita uma com a parceria da Secretária Municipal de Cultura. Mais de 200 bailarinos competirão divididos em cinco categorias: Jazz/Ballet; Estilo Livre; Axé/Funk; Street Dance (Solo); Street Dance (Grupo).

Segundo Demetrius, a Olimpíada de Dança surgiu para promover a arte e cultura através da dança nas escolas de Frutal, oferecer oportunidade de apresentação às companhias e para aprimoramento de conhecimentos técnicos na área. E vem dando certo ano após ano. A competição terá participação de grupos de escolas de Frutal e região e também de companhias convidadas para o evento.

"Além de promover a integração do público com os dançarinos, há uma grande troca de conhecimento entre as companhias", destaca.

Olimpíada abre espaço para os diversos estilos de dança
O festival começará às 8 horas do próximo sábado, 23. Durante o evento, serão realizadas apresentações de grupos e companhias de dança pelo Calçadão e em estabelecimentos comerciais da cidade. Em seguida, workshops e cursos de dança, no período da tarde, no anfiteatro da Universidade do Estado de Minas Gerais (UEMG).

O encerramento será no anfiteatro, a partir das 20 horas, com a competição entre os dançarinos e batalha de Bboys. A entrada é um litro de óleo, que será doado para instituições do município.

Toda a programação é gratuita e os interessados em participar dos workshops e oficinas devem entrar em contato com a Secretaria Municipal de Cultura, Rua Senador Gomes da Silva, 26, Centro – (34) 3423-2670.

Escrito por Iris Constantino
6º período - Jornalismo 2013

terça-feira, 29 de outubro de 2013

Um passeio pela história de Frutal: Museu abre as portas para a população

Trajes do Frei Gabriel foram doados para o Museu
(Fotos: Nélio Barbosa)
Depois de reformas, o Museu Municipal de Frutal reabriu as portas para o público. Foram, aproximadamente, cinco meses de organização e resgate da história da cidade. As peças foram dispostas cronologicamente. No mesmo período, foi possível catalogar todo o acervo e ainda restaurar algumas peças que não estavam em bom estado de conservação.

“Nós conseguimos, estruturalmente, organizar o nosso acervo de maneira que o visitante entenda um pouco da história da cidade apenas percebendo a evolução dos objetos, das vestimentas e utensílios que usamos no dia-a-dia”, destacou o arquiteto Ionei Dutra, curador do Museu. Durante a reforma, novas peças chegaram por meio de doações. “Temos aqui o traje que Frei Gabriel usava. Ele é um dos personagens mais importantes da nossa história”, completa Ionei.



Painéis contam a história de Frutal
Também foram colocados painéis explicativos sobre a história de personalidades da cidade, como o senador Gomes da Silva. “Isso servirá para que os frutalenses também conheçam um pouco daqueles que contribuíram para a formação desse povo”, revela Ionei. A cidade está se desenvolvendo e com a presença de um instituto internacional de pesquisa sobre água, o Unesco-HIDROEX, visitantes do mundo inteiro virão até aqui. Para os gringos também conhecerem um pouco mais sobre Frutal, os painéis estão expostos tanto na língua portuguesa, quanto na inglesa.


Com a nova estrutura do Museu, artistas frutalenses serão selecionados para algumas exposições. “A intensão aqui é de preservar o nosso passado, mas, também valorizar o presente”, explica Ionei. O Museu Municipal fica aberto todos os dias das 8h às 17h, na Rua Senador Gomes da Silva, 26. 

Escrito por Nélio Barbosa
6º período Jornalismo 2013

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Comemoração da Festa dos 100 dias


Quando se é estudante as etapas escolares estão presentes na vida do mesmo... A escola, o maternal, o ensino médio e até o então almejado vestibular. Depois disso, vem a tão esperada universidade, que além de graduar o aluno no curso desejado, forma um profissional para atuar no mercado. Mas antes de formar, ou melhor ás vésperas da formatura, tem a contagem regressiva para o aluno tornar-se um profissional em sua área.
Na Universidade do Estado de Minas Gerais – Campus de Frutal, não foi diferente, alunos dos cursos de : Lacticínios,Comunicação Social/ Jornalismo e Publicidade e Propaganda se uniram para comemorar os 100 dias que faltam, até à tão esperada graduação. A festa foi realizada no Campus de Frutal, dentro da universidade, no dia 11 de novembro, em plena sexta feira , por volta dás 20h30,  no intervalo. Foi onde alunos chegaram de trenzinho com direito a som, músicas, buzinas, bateria UEMG  e até pessoa caracterizada de mascote para animação e entusiasmo de alunos, professores, funcionários e familiares.
            Para a estudante de jornalismo Lenise Ferreira, do último ano do curso de Jornalismo a festa dos 100 dias, foi um momento único que resumiu em uma etapa que se finalizou-se e de um sonho realizado: “É muito bom saber que estamos na fase final, é a concretização de um sonho que busquei incansavelmente durante anos de colégio, saber que você vai ser uma profissional realizada porque você se formou em um curso que você ama, faz toda a diferença, este é só o começo de uma longa jornada. Estes 100 dias representam a sua ansiedade, felicidade, tristeza e por fim orgulho de si mesmo”.
            Existe uma sábia frase de Einstein que diz: “Não se deve ir atrás de objetivos fáceis. É preciso buscar o que só pode ser alcançado por meio dos maiores esforços”. A formatura é sinônimo de conquista e esforço, tanto na trajetória do aluno como também na do educador. Assim, a festa dos 100 dias registra um momento perto de concluir o curso da área desejada e mais do que isso, é motivo de alegria e de véspera de receber a conquista do diploma.
    


Escrito por Dayana Vaz
6° período de Comunicação Social / Jornalismo - 2011

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Caramuru - A invenção do Brasil.


            A invenção do Brasil começa em Portugal, quando o pintor Diogo Álvares tenta 'melhorar' os mapas de Pedro Álvares Cabral. Mas, Diogo se envolve com a sedutora Isabelle, que rouba um mapa. Em consequência, o pintor é deportado para a Índia e acaba chegando ao Brasil. Aqui ele descobre várias riquezas naturais, se aventura com as índias do paraíso tropical e se apaixona pela bela Paraguaçu.
            É através desse romance que são ilustradas as diferenças culturais. Apesar do tom cômico do filme, percebemos que tais diferenças são gritantes. Isso acontece quando o pintor volta a Portugal levando Paraguaçu com ele. Lá ela é obrigada a se vestir, sentar a mesa, comer com talheres, etc. O índio é apresentado como um ser ingênuo e burro e com sexualidade explícita.
            Há também certo preconceito em relação aos costumes dos nativos. Segundo os portugueses 'abaixo da linha do equador não há pecados', ou seja, tudo aqui é permitido. Esse equívoco acontece porque nossa cultura é muito distante da deles. Enquanto aqui se permite ter mais de uma esposa, nos países 'civilizados' isso é vulgar e ante-ético
            O longa mostra a vida dos Tupinambás de acordo como olhar do português. O índio é visto como preguiçoso, malandro, selvagem e sem pudores. Fica evidente 'o jeitinho brasileiro de fazer as coisas'. Infelizmente é essa a imagem que carregamos, o filme só reforça a imagem que vedemos lá fora. O Brasil dos corruptos e dos favelados. Acredito que jamais mostraremos quem realmente somos. Aqueles que não conhecem nosso país acham que vivemos como macacos.
             A idéia geral do diretor, sem dúvida, é inteligente, mas ele foge do foco quando destaca a comédia e a sexualidade. Ele reforça o preconceito que sofremos e perde a oportunidade de mostrar nossas verdadeiras riquezas.

Escrito por Karen Neres
Comunicação Social - Jornalismo - 6º Período

O grão que está presente em todos os lares.



O agropecuarista Luvanor Antonio Ferreira, 49 anos, reside na fazenda Douradinho município de Frutal, e em 1984 começou a cultivar sua primeira plantação de arroz. Nessa primeira fase o plantio foi mecanizado, sendo utilizado um trator e uma plantadora para plantar aproximadamente quatro hectares, e após três meses quando  estava pronto para colher foi usada uma colhedora.
Após isso ficou aproximadamente 15 anos sem cultivar o grão, e apenas em 2000 voltou a plantar arroz, porém reduziu a área de plantio para dois hectares e mudou a forma de plantar para uma plantadora  diferenciada puxada por tração animal e sendo comandado por ele mesmo  assim diminuindo os gastos. A colheita passou a ser manual, cortava o arroz com uma ferramenta - o cutelo-, juntava o arroz e fazia a chamada “pia de arroz”, após isso era estendido ao solo um pano e em cima era colocada uma mesa construída por madeira roliça onde se batia manualmente os fechos de arroz conhecida como “banca”. Feito isto os grãos eram deixados expostos ao sol para secar e depois ensacado para o armazenamento. Mas para ficar pronto para o consumo o arroz ainda tem mais uma etapa para passar, é levado para uma máquina a qual retira as cascas e assim finaliza o processo de plantio e colheita do arroz.
No começo o plantio era realizado para o consumo mas também para venda, porém atualmente o agropecuarista explica que não é viável cultivar o grão para ser comercializado devido ao custo muito alto, o fator do clima que influência muito e o preço pago é baixo. Até meados anos 80 as políticas governamentais incentivavam o plantio desse tipo de grão, pois se o agricultor não conseguisse encontrar um comprador, a sua produção era garantida pelo governo que estipulava um valor mínimo e negociava com o produtor. Porém senhor  Luvanor ressalta que para o consumo se torna viável, pois a economia mensal fica em torno de R$ 100,00 o qual pode ser destinado à outros gastos.
 O custo para o cultivo deste grão é aproximadamente R$ 500,00 por hectare, e o ultimo plantio realizado na propriedade foi em 2010 e a mão de obra voltou a ser mecanizada. O agropecuarista é um dos últimos que ainda luta para não deixar esta cultura acabar, e torce para que o governo olhe mais para os produtores, pois estes são os que fazem o crescimento de todo o país.

Escrito por Lienay Luz
Comunicação Social - Jornalismo - 6º Período



segunda-feira, 29 de novembro de 2010

ExpoFrutal 2011


O presidente do Sindicato Rural de Frutal Mauri Alves já confirmou pra  ExpoFrutal 2011 a contratação de um dos cantores mais queridos pelo público Frutalense o cantor sertanejo  Eduardo Costa, outra dupla que também foi confirmada é João Bosco e Vinicius.
Eduardo Costa era um dos nomes cotados praticamente há cinco anos, o presidente Mauri Alves  disse que por razão de agenda sempre lotada nunca conseguia acertar uma data com o cantor, e que este ano, logo após a ExpoFrutal 2010 entrou em contato com o empresário de Eduardo Costa, garantindo assim o show para o sábado de ExpoFrutal.
A dupla João Bosco e Vinicius vai se apresentar na quinta-feira. As surpresas não acabam aqui não, foi anunciado ontem que o sindicato rural de Frutal vai ouvir o público antes de fazer qualquer contratação, então você pode dar seu voto através do tel:(34)3423:5050 da rádio 102fm ou ainda através  do WWW.102frutal.com.br E WWW.noponto.com.br, o público poderá escolher entre as duplas Fernando e Sorocaba e Bruno e Marrone, o prazo de votação termina na próxima segunda – feira (29/11) e no dia seguinte será divulgado o show de sexta – feira escolhido pelo público. 
 


Escrito por Camila Oliveira
Comunicação Social – Jornalismo 6º periodo

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Frutal recebe hoje o cantor NASI ex- vocalista do Ira.


                                   Fonte: Internet

Todos aqueles que gostam de rock brasileiro certamente já ouviu ou cantou musicas do grupo Ira com o vocal de Nasi uma das vozes inconfundível do meio musical, o grupo Ira permaneceu juntos durante 26 anos, a separação se deu por conta de uma forte briga entre os fundadores o guitarrista Edgard Scandurra e o cantor Marcos "Nasi" Valadão.
Depois de aproximadamente três anos Nasi reaparece com novo CD/DVD com o titulo “Vivo na Cena” há quem diga que o titulo e o nome das musicas "O tempo não para", "Não caio mais", "Verdades e mentiras", "Aqui não é o meu lugar, seria uma resposta aos ex- colegas de banda, mas a verdade é que Nasi mostra que com esse trabalho solo ele é a voz do Ira, com uma agenda lotada passando por todo o território brasileiro, Nasi esta hoje (19/11) em Frutal no municipal Pub na marechal Deodoro, Bairro: XV de Novembro, ás 23:00 Hs, com uma única apresentação o cantor vem para uma festa de comemoração aos 20 anos da Rádio Natividade Fm de Frutal.


Escrito por Lucimar Bernardes
Comunicação Social - Jornalismo - 6º Período

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

3º edição do Sumer Fest 2010 foi um sucesso em Frutal.


 Neste dia 6 de novembro ocorreu no Espaço Cultural Iara Lins o 3º Summer Fest, que teve sua verba toda voltada para Casa da Criança. O evento ainda contou com o apoio de 8 lojas do comercio de Frutal.

Este ano o evento teve algumas novidades, como: a maioria das lojas era infantil, a participação das crianças da Casa da Criança foi maior e como abertura teve um teatro onde os atores eram as crianças da Casa.
 A diretora da Casa, Elma Andrade nos disse que o evento tendo mais lojas infantis atrai mais as famílias das crianças onde gera mais lucro, e que mesmo assim não teve o lucro esperado, para o próximo ano terá algumas alterações ainda a serem estudadas.




Escrito por Flaviane Fonseca
Comunicação Social - Jornalismo - 6º Período